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Visão

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A Escola Profissional D. Francisco Gomes de Avelar da Santa Casa da Misericórdia de Faro pretende destacar-se pela qualidade das suas práticas pedagógicas, ser reconhecida como uma entidade impulsionadora de uma efetiva cultura assente na inclusão, promotora duma efetiva inserção dos seus diplomados no Mercado de Trabalho e ainda distinguir-se como uma instituição educativa de referência nas relações com a comunidade onde se insere, na promoção de uma cultura de esforço e exigência, de valores e de princípios de justiça, igualdade, respeito pela diferença e solidariedade.
 

Pretendemos ser uma Escola capaz de promover a formação intelectual e a reflexão crítica dos nossos alunos, apta a formar cidadãos responsáveis e empreendedores, que desenvolvam atitudes de cooperação e de intervenção: cidadãos solidários, respeitadores de ideias e de
culturas diferentes. Uma escola que promova a igualdade de oportunidades e de condições, favorecendo a inserção socioprofissional, através duma preparação adequada para um exercício profissional qualificado e para uma cidadania ativa. Uma escola onde os valores são apreciados e o trabalho, numa perspetiva educativa, é um desafio para alcançar o sucesso.

 

Apostamos na conceção de uma Escola inclusiva, sem distinção de origens sociais, etnias, credos ou necessidades educativas e na promoção da sua autonomia. Ousamos e corremos riscos, acreditando que só assim podemos crescer e desenvolver o potencial humano existente
em cada aluno, em cada professor, em cada técnico que integra a nossa instituição. O nosso labor, o nosso entusiasmo, terá de ter, inevitavelmente, reflexos na nossa comunidade e por  extensão na nossa região, no nosso país e no mundo.

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A nossa missão “Passo a Passo para a Inclusão”
 

A nossa missão “Passo a Passo para a Inclusão”, reproduz a ambição da escola em que cada jovem encontre um ambiente
educativo acolhedor que lhe faculte condições propícias para o seu crescimento harmonioso e saudável, para a sua inclusão plena e para o desenvolvimento de competências e aprendizagens que lhe permitam enfrentar os desafios que a sociedade do século XXI coloca.

Missão

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Objetivos Estratégicos

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Para dar luz àquilo que se propõe, a Escola como parte integrante do meio sociocultural em que se insere, busca uma mais-valia ao tentar dar resposta às necessidades mais óbvias da região, pelo que, com base numa cultura de qualidade assente na melhoria organizacional e envolvimento dos stakeholders, estabelece seis objetivos estratégicos, a saber:
 

OE1 - PROMOVER A QUALIDADE DAS APRENDIZAGENS E DO SUCESSO EDUCATIVO
 

OE2 - CONSTRUIR A ESCOLA COMO ESPAÇO DE EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA
 

OE3 - FOMENTAR UMA ORGANIZAÇÃO E GESTÃO ESCOLAR DE QUALIDADE
 

OE4 - REFORÇAR A RELAÇÃO COM A FAMÍLIA E A COMUNIDADE
 

OE5 - ASSEGURAR A EMPREGABILIDADE DOS ALUNOS
 

OE6 - GARANTIR O ALINHAMENTO COM O SISTEMA DE QUALIDADE EQAVET

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Princípios e Valores

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O Projeto Educativo da Escola apresenta-se como um quadro de referência da comunidade educativa, tendo por base os três vértices fundamentais da formação dos jovens: Instruir, Educar e Intervir no meio.

De facto, a escola deve promover a formação intelectual e a reflexão crítica dos seus alunos mas possui, também, a vocação de formar cidadãos responsáveis que desenvolvam atitudes de cooperação e de intervenção: cidadãos solidários, respeitadores de ideias e de culturas diferentes.
 

Ao partirmos para uma ação concertada, aceitamos como princípios de relação e de decisão as seguintes convicções:

1 | O princípio da especificidade da Escola como espaço de cultura;
 

2 | O princípio de pertença a uma comunidade reflexiva capaz de transformar as suas práticas num processo em que a cooperação e a responsabilidade são elementos de confluência para a qualidade do processo educativo;
 

3 | O princípio de cidadania ativa, onde cada elemento tem voz para o desenvolvimento de valores de liberdade, solidariedade e justiça que queremos que presidam à vida escolar;
 

4 |  O princípio de participação democrática, no respeito pela diferença e pela valorização da diversidade, assentando no confronto esclarecido entre os direitos e deveres de todos e de cada um;
 

5 | O princípio da reciprocidade entre o homem e o espaço em que vive, pelo que intervir no espaço é criar condições de transformação dos seus habitantes;
 

6 | O princípio da prioridade dos afetos na educação da sexualidade para o desenvolvimento harmonioso do jovem/adolescente;

 

7 | O princípio da não exclusão, entendido no sentido de criar oportunidades diferenciadas e percursos diversificados que conduzam ao sucesso educativo dos alunos, independentemente dos seus estilos cognitivos e dificuldades de aprendizagem;

 

8 | O princípio da Integração e Inclusão, no respeito pela diferença, e promovendo a efetiva promoção de igualdade de direitos e de oportunidades, independentemente da classe social, etnia, religião e demais pertenças e opções;

 

9 | O princípio do saber, promovendo o desenvolvimento da curiosidade intelectual, o gosto pelo trabalho, pelo estudo, pela investigação, não os circunscrevendo às balizas e limites do currículo nacional e ao currículo explícito;

 

10 | O princípio da qualidade educativa, traduzida numa otimização dos recursos disponíveis, tendo em vista a maximização do impacto do resultado das aprendizagens e das atividades educativas.

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